sábado, 12 de fevereiro de 2011

Vivendo sob o signo da coerência

Certa feita, em Londres, um pastor pegou um ônibus, pagou a passagem, recebeu o troco e foi sentar-se. Ao contar o dinheiro, deu-se conta de ter recebido uma quantia maior que a devida. Decidiu, então, retornar e devolver o excedente ao cobrador. “O senhor me deu dinheiro a mais” – disse o pastor. O cobrador respondeu: “Eu sei. Estive ontem na sua igreja e o vi pregando sobre fidelidade. Eu só queria saber se o senhor vive o que prega”.


A primeira vez que ouvi essa história, tive inevitavelmente de perguntar a mim próprio se o que eu pregava batia com o tipo de vida que eu estava a viver. Isso é o mínimo que uma pessoa sensata pode fazer. Ou então, viver no limite inescrupuloso do princípio máximo da hipocrisia, que diz: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.


Todos sabemos que a ética nos ensina a viver sob o signo da coerência e que nossas ações devem, no mínimo, corresponder ao que falamos. Isto porque, independentemente da posição que ocupamos na sociedade, todos seremos cobrados quanto a isso. E quanto maior a posição, maior a cobrança. Como disse Jesus: “Àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão” (Lc 12.48).


Não apresentar coerência nesse ponto equivale ao resultado decorrente de limpar o lado de uma vidraça e deixar o outro sujo. A visão ficará sempre embotada. Desse modo, quando pessoas investidas de autoridade são um mau exemplo, porque as palavras não condizem com suas ações, isso causa uma deformidade no psiquismo coletivo de seu grupo social, gerando insegurança e instabilidade nas relações sociais.


No mundo, há inúmeros exemplos de partidos políticos que, enquanto pequenos e fora do poder, primavam pela pregação da coerência e exigiam de seus pares e opositores correção na coisa pública. Porém, depois que assomaram ao poder, não poucas vezes pisaram em tudo o que pregavam. Só restou aos sociólogos de plantão entender o que aconteceu na esteira de sua mudança radical em sentido contrário. Mas, no geral, isso pode indicar pelo menos duas coisas: ou pregavam o que não tinham ousadia para viver, ou passaram a viver o que não tiveram coragem para pregar.


Ora, se isso é, de certo modo, comum aos partidos políticos (pois todos eles são, vez por outra, colocados em xeque entre o que afirmam em seus programas de governo e o que fazem quando assumem cargos executivos), tal só se estabecele porque há uma tolerância de grande parte da sociedade.


Por exemplo, na época da eleição, os candidatos tentaram passar a impressão de que, uma vez eleitos, transformariam a vida num mar de rosas. Na campanha, houve “solução” para todo tipo de problema.


Porém, a hora de checagem da coerência chegou. Agora que a presidenta, juntamente como os novos governadores, deputados e senadores assumiram seus cargos, será fácil constatar se as promessas foram feitas para serem cumpridas, ou se os problemas permanecerão intocados até à próxima eleição.


Pergunta-se: o que anda errado com um país, quando suas lideranças mentem ou, por incoerência ética, dizem uma coisa e fazem outra? O que fazer quando juízes se colocam acima da lei, como a fazer valer que, embora todos sejam iguais diante da lei, são desiguais perante o juiz? O que dizer quando líderes religiosos, legisladores e educadores dizem uma coisa em público e fazem outra em privado?


Quando isso acontece, a pergunta que não quer calar é essa: que lições estamos a transmitir aos nossos filhos?


A Bíblia é riquíssima em orientações para que mantenhamos a coerência entre o que falamos e o que vivemos. Paulo questiona: “Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Tu, que dizes que não se deve adulterar, adulteras? (Rm 2.21,22).


Jesus afirma: “Seja, porém, o vosso falar: sim, sim; não, não” (Mt 5.37). O que Ele está dizendo é óbvio: as nossas palavras têm de estar sob o signo da coerência. Ou seja: quando empenhamos nossa palavra, temos de cumpri-la; nossas ações posteriores devem corresponder ao compromisso dessa mesma palavra.


Apenas como exemplo, devemos nos lembrar do que foi dito a um eloquente pregador, o qual vivia na incoerência de pregar bonito e viver na fealdade de detestáveis maus costumes: “O que vives fala tão alto que não consigo escutar o que pregas”.



Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

A receita nossa de cada dia

Alguma vez você já receitou alguma coisa a alguém? Sabe se essa pessoa a seguiu? E quantas vezes deixou, você mesmo, de seguir uma receita, inclusive de um médico?

Pois é, certa feita ouvi a respeito de um homem que resolveu consultar-se com um médico. Hipertenso e com insônia, estava à beira de um colapso. Após os exames, o médico forneceu-lhe uma receita detalhando instruções de dieta e uma tabela de exercícios físicos.

Tempos depois, o homem retornou ao consultório, mas sem aparentar melhora. Surpreso, o médico perguntou-lhe: “Você praticou o que lhe recomendei?”

O homem, então, procurou explicar-se: “Olha, doutor, sinceramente eu achei suas orientações excelentes. Gostei tanto delas, que mandei fazer um quadro com a folha de instruções e pendurei-o na parede do meu escritório. Mandei fazer várias cópias, deixo-as em vários lugares para poder relê-las, e também as enviei por e-mail para vários amigos”.

Depois de uma pausa, continuou: “Acredite, doutor, vários deles gostaram tanto de suas sábias orientações, que hoje temos um grupo de discussões no nosso condomínio. Sempre estudamos em profundidade a importância de uma dieta saudável e da prática regular de exercícios físicos. Nós sentimos grande admiração pela sabedoria que há nas suas instruções”.

O médico parecia não acreditar no que estava ouvindo. Suas recomendações de algum modo haviam sido levadas a sério. Pasmo, pergunta ao paciente: “Quer dizer, então, que você e seus amigos estão fazendo juntos a dieta e os exercícios?”
E o homem, surpreso, responde: “Ih, doutor, e era pra fazer?”

O paciente da história acima pode até parecer tolo ou louco, mas precisamos admitir que de algum modo não poucos de nós procedemos de modo semelhante, temos em alguma extensão a mesma tolice ou loucura. Temos uma “receita” para alguma área da nossa vida, mas em vez de praticá-la, preferimos distribuí-la a outros, buscamos ocasião para discuti-las, mas tudo o que não fazemos é segui-la.

Permita-me deter-me no exemplo das igrejas tidas como cristãs, onde sempre a Palavra de Deus é lida e discutida. Pelo fruto que se vê em muitas vidas, o máximo que se pode depreender é que a “receita” é raramente praticada. Há inúmeras escolas bíblicas, seminários, grupos de estudos, escolas dominicais, missas, cultos etc., mas parece que a mensagem não é de todo absorvida e tampouco seguida.
No entanto, convém admitir que os mandamentos de Deus não foram escritos para que os achássemos lindos, os discutíssemos com os amigos, ou mesmo escrevêssemos sobre eles, embora nada disso, a princípio, seja incorreto. Mas parar nesse ponto é, no mínimo, falta de bom senso, pois eles foram feitos, de fato, para serem obedecidos e praticados.

Jesus não somente pregou, mas deu exemplo aos discípulos. “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes” (Jo 13.15,17).

Jesus também ensinou: “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína” (Mt 7.24-27).

Tenho observado que muitos cristãos querem soluções imediatas e mágicas para os seus problemas. Não querem praticar a Palavra, querem simplesmente um “abracadabra espiritual”, sem que tenham de fazer mais nada.

Isso tem possibilitado o surgimento de muitos falsos profetas ensinando o que a Palavra de Deus não autoriza. Um ramo de arruda ali, um copo d’água acolá, um colete por um trocado, uma rosa por um bocado, sal groso para mau olhado... um pingo de óleo no rosto, uma fitinha para espantar encosto... segurar uma corda, adorar imagens, comprar bênção com promessas ou dinheiro, isso pode ser qualquer coisa, menos Evangelho verdadeiro.

De que o Brasil realmente precisa? Melhores políticos, melhores estadistas, bons profissionais? Com certeza! Mas o Brasil precisa mesmo é de brasileiros que conheçam a Deus e a Sua Palavra e a pratiquem, pois “feliz é a nação cujo Deus é o Senhor” (Sl 33.12).

Se todos seguissem a “receita” da vida contida na Palavra de Deus, só então o melhor do Brasil seria o brasileiro.



Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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domingo, 30 de janeiro de 2011

Como medir a verdadeira grandeza

Há muitos anos, o evangelista Billy Graham e sua esposa presenciaram dois exemplos típicos em uma ilha do Caribe, que os ajudaram a entender em que consiste a verdadeira grandeza de uma pessoa.

Um dos homens mais ricos do mundo, de 75 anos de idade, os convidara para almoçar em sua mansão. No decorrer da refeição ele esteve à beira de cair em prantos. “Sou o homem mais infeliz do mundo”, disse. “Ali está o meu iate. Posso ir a qualquer lugar que quiser. Tenho um avião particular e helicópteros. Tenho tudo o que quero para me fazer feliz. E mesmo assim sinto-me um desgraçado”.

O evangelista conversou e orou com ele, na tentativa de levá-lo a Cristo, o único que dá significado à vida.

Após o almoço, o evangelista e sua esposa desceram a colina rumo ao pequeno chalé onde estavam hospedados. Naquela tarde, o pastor de uma igreja local foi visitá-los. Ele também tinha 75 anos. Era viúvo e passava a maior parte do tempo livre cuidando de duas irmãs inválidas. Sua figura fazia lembrar a de um grilo – sempre saltando aqui e ali, pleno de entusiasmo e amor por Cristo e pelas pessoas. “Não tenho dinheiro”, ele disse com um sorriso, “mas sou o homem mais feliz desta ilha”.

Momentos depois, o evangelista perguntou à sua esposa: “Qual dos dois é o homem mais rico?” Ele nem a esperou responder, pois ambos sabiam quem era verdadeiramente grande.

Em que consiste a verdadeira grandeza? Durante séculos, os títulos de nobreza serviram para identificar quem era quem em muitas sociedades. Isso, na maioria das vezes, tinha a ver com a origem da pessoa, seu nascimento numa família de posses e importância política. Mas já vai longe esse tempo, do qual temos apenas uma vaga noção.

Hoje, algumas publicações costumam identificar o valor e a grandeza de uma pessoa, todavia utilizando-se de expedientes que excluem a maioria dos mortais. Posses, posição social, fama e prestígio político continuam na ordem do dia. O mundo mudou, mas a questão continua a bater à porta de nossa consciência.

Billy Graham, em sua autobiografia, disse: “Não se mede a grandeza de uma pessoa pelos títulos ou riqueza que acumulam. A verdadeira grandeza deve ser medida pelo caráter interior da pessoa, ou seja, seus valores e princípios morais”.

A questão da aferição de quanto vale cada pessoa não é algo a ser deixado para o final da vida. Ninguém sabe a hora do próprio fim. Para uns, vem cedo. Para outros, bem mais tarde. De qualquer modo, isso aponta para a necessidade de a vida toda ser uma preparação para esse momento crítico e certo.

O que fazemos da vida, contudo, é que apontará se acumulamos valores morais e espirituais que definirão a nossa grandeza e largueza de alma.

Atribui-se ao Barão de Itararé a seguinte frase: “Da vida só se leva a vida que se levou”. Assim, bem no ponto em que cada um de nós está nesse exato momento na vida, é bom fazer um balanço para ver o que realmente sobra da vida que temos vivido. Isso tem a ver com o sentido que estamos procurando encontrar na própria vida.

O que então estamos a procurar? Qual o sentido da vida? O que pode nos conferir a verdadeira grandeza?

Alguns vivem confinados ao passado, presos a suas lembranças, boas ou más, mas incapazes de viver o presente com a utilidade que a vida requer. Outros, sonhadores que são, vivem com o pé no futuro, sempre esperando e buscando, mas nada fazendo de concreto para darem um propósito à própria vida.

É preciso viver a vida, aqui e agora, de uma maneira digna e produtiva, cujos valores morais e espirituais sobrepujem em muito a mesquinhez da aferição que títulos, posses, fama e quaisquer outras coisas possam tentar conferir.

Felizmente, é o próprio Deus que dará a palavra final nessa questão de quem é verdadeiramente grande, não o homem. Haverá um dia em que todos os mortais estarão em Sua presença santa, para darem conta da vida que levaram. O que sobrará então?

A Bíblia diz: “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo” (Rm 8.1). A verdadeira grandeza consiste em conhecer a Cristo e servir ao próximo (Mc 10.43). Então, comece por entregar sua vida a Cristo, pois viver em Cristo, por Cristo e para Cristo, amando e servindo ao próximo, é que confere verdadeira grandeza a uma pessoa.



Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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domingo, 23 de janeiro de 2011

Quando nos esquecemos de Deus

O povo de Israel viveu escravizado no Egito por quatro séculos, mas foi libertado pela mão poderosa de Deus, que levantou e capacitou Moisés para essa tarefa impossível. Após o juízo de dez pragas sobre a nação egípcia, Israel saiu enriquecido da terra com mui grande despojo. Perseguido pelo exército egípcio, milagrosamente viu diante de si o Mar Vermelho se abrir, e o atravessou a pés enxutos. Todo o exército inimigo sucumbiu quando o mar se fechou.

Enfim, a gloriosa liberdade! Muito embora tivesse Israel de enfrentar o inóspito e causticante deserto do Sinai, durante quarenta anos Deus alimentou o povo com o Maná que descia dos céus, assim como fez sair água da rocha para saciar sua sede. Durante o dia, Deus protegia Israel do sol inclemente com uma nuvem; e de noite, com uma coluna de fogo. Todo aquele povo presenciou várias manifestações da glória de Deus, recebeu os Dez Mandamentos, e durante quarenta anos ninguém adoeceu nem teve a roupa desgastada.

Seria possível que esse mesmo povo se esquecesse de Deus?

Ora, Israel não somente se esqueceu de Deus, mas também se voltou para adorar ídolos mudos, surdos e inoperantes de outros povos. O problema é que, tão logo esqueciam de Deus, muitas, muitas coisas ruins aconteciam.

O escritor e filósofo russo Alexander Soljenitsyn disse: “Quando criança, lembro-me de ter ouvido os mais velhos do meu povo apresentarem a seguinte explicação para os grandes desastres que recaíram sobre a Rússia: Os homens esqueceram-se de Deus. Por isso tudo aconteceu. Desde então, passei quase 50 anos trabalhando na história da revolução comunista. Se me pedissem que eu enumerasse hoje, de forma concisa, as principais causas da revolução que dizimou quase 60 milhões de vidas, não poderia explicar de forma mais precisa, senão repetir: Os homens esqueceram-se de Deus. Por isso tudo aconteceu”.

Se essa afirmação “profética” fosse proferida por teólogo ou religioso, certamente não teria o alcance e a repercussão que teve. Mas o que Soljenitsyn afirmou a respeito da Rússia, historicamente falando, pode ser dito a respeito de várias nações e povos ao redor do mundo.

O escritor Don Richardson, em seu livro “Fator Melquisedeque”, mostra que vários povos tiveram um conhecimento prévio de Deus e como muitos o esqueceram.

Quando os gregos enfrentaram uma praga que dizimava sua população, o profeta cretense Epimênides os orientou a elevar altares “ao Deus desconhecido”, que habitava nos céus. Mesmo com pouca revelação, os gregos se voltaram para Deus, e a praga cessou. Mas o tempo passou e eles se esqueceram de Deus.

O apóstolo Paulo, séculos depois, anunciou o evangelho no Areópago, em Atenas, apontando para um desses altares, dizendo: “Porque, passando e observando os objetos de vosso culto, encontrei também um altar no qual está inscrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio” (At 17.23).

Os cananeus eram notórios por sua idolatria, sacrifício de crianças, homossexualismo legalizado e prostituição sacralizada nos templos. Foi dentre eles que surgiu um homem chamado Melquisedeque (melchi, rei; zadok, justiça), rei de justiça, um nome aparentemente impróprio diante de um povo tão devasso. Mas foi esse homem que abençoou a Abraão, o pai da fé. Ele era grande e tinha uma revelação de Deus tão especial que o sacerdócio de Jesus não foi estabelecido segundo a ordem dos levitas (de Levi, bisneto de Abraão), mas segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.17). Depois, os cananeus também se esqueceram de Deus.

Pachacuti foi rei da incrível civilização inca, quando o império chegou ao seu apogeu (1471 d.C.). O povo inca adorava o sol. Pachacuti chegou à conclusão que o sol (Inti) não era o verdadeiro Deus, pois se fosse, nenhuma coisa criada teria o poder de reduzir sua luz. Então, concluiu que havia um Deus nos céus, criador de tudo, a quem chamou de Viracocha, que significa Senhor Onipotente.

Para não desagradar os sacerdotes de Inti, Pachacuti concordou que Viracocha seria adorado somente pela nobreza, não pelo povo comum. Quando os espanhóis chegaram, a elite inca pensava que eles traziam a mensagem de Viracocha. Mas os espanhóis destruíram todos os nobres incas, e o resto do povo ficou sem o testemunho do Senhor. Deus foi esquecido.

Desperta Brasil! Não seria a hora de nos voltarmos para Deus? Brasil, lembra-te do teu Criador, sabendo disso: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”.


Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011