sábado, 5 de março de 2011

Entre fábulas e ilusões do Carnaval

Em uma manhã ensolarada, conta a fábula, dois sabiás sobrevoavam com alarido um frondoso bosque. Uma sabiá dizia ternamente ao seu filhote como era maravilhoso uma ave poder voar a elevadas alturas. Todavia, o pequerrucho, em sua inexperiência, não escutava com atenção as explicações de sua mãe, pois estava a ouvir o tilintar distante de uma campainha que provinha de um campo florido.

Curioso, o pequeno sabiá pousou na relva, junto a uma vereda, onde descobriu a origem do sonido que tanto o atraía, produzido pela sineta de um carrinho de mão conduzido por um anãozinho, que apregoava a sua mercadoria: “Vendo minhocas! Duas minhocas por uma pena!”

Como o pequeno sabiá gostava muito de minhocas, sem nenhuma reflexão, tratou logo de arrancar uma pena de suas asas e a trocou por duas minhocas. No dia seguinte, o pássaro aguardou, ansioso, o sonido da sineta, e novamente realizou a estranha transação, evento que se repetiu várias vezes. Mas chegou o momento em que o pequeno sabiá bateu as suas asas, tentando alçar vôo, para retornar ao ninho, mas não conseguiu; estava preso à terra e condenado a arrastar-se, ao invés de voar. Havia trocado a sua liberdade por um punhado de minhocas!

Esta fábula traduz o estado de milhares, quiçá de milhões de vidas, que despenderão suas energias e depositarão suas parcas esperanças de alegria na folia momesca, quer seja como uma forma simplificada de extravasamento das emoções, ou pela sublimação de problemas de toda ordem.

Na quarta-feira de cinzas, quando se derem conta da troca que fizeram, ao acordarem em meio às suas próprias cinzas existenciais, sem saber como reconstruir o que foi devastado pelos exageros financeiros e físicos, ou pela devassidão moral e espiritual, por causa dos excessos a que se submeteram, muitos vão perceber que perderam o seu bem mais precioso: a liberdade! Infelizmente, outros perderão a própria vida!

O marketing fabulizado inerente ao mercantilismo do Carnaval visa unicamente a obter resultados financeiros – sendo quase sempre alheio ao bem estar dos brincantes – e procura escamotear o rastro de destruição e suas prolongadas consequências na sociedade.

Não poucos, como na fábula, trocarão “penas por minhocas”. Meninas se tornarão “mães do Carnaval”, pois nesta época um número considerável de adolescentes entre 10 e 15 anos engravida na primeira relação sexual. Daí para frente, muitas se entregarão à promiscuidade sexual, outras praticarão aborto, ou darão à luz os indesejáveis “filhos do Carnaval”, para depois abandoná-los nas creches ou nos juizados.

Este triste “fenômeno brasileiro” é uma realidade estreitamente relacionada com o Carnaval, o que por si só deveria nos fazer corar de vergonha. No rastro dessa “troca”, haverá a disseminação das doenças letais e sexualmente transmissíveis, que infectarão inocentes e ceifarão muitas vidas preciosas. Outros contrairão débitos financeiros, que perturbarão a paz de indivíduos e famílias, que forçosamente sentirão a falta destes recursos.

A imprensa tem registrado esses fatos, como lastro de um grande serviço prestado à sociedade, para nos fazer refletir, pois nesses informes há sabedoria e lições que servem para o presente e para o porvir. Nada justifica que, em nome do turismo ou de ganhos financeiros que a festividade possa garantir, tenhamos de pagar o preço de ver nossos jovens, nossas crianças, famílias inteiras, todos entregues à própria sorte; ou melhor, lançadas à mingua de suas próprias dores existenciais para um futuro incerto e coberto de vergonha.

Ah, se o pequeno sabiá soubesse o quanto lhe custariam aquelas “apetitosas” minhocas! Ah, se os nossos jovens soubessem o quanto pode ser perdido por uma troca irresponsável! Ah, se os nossos governantes soubessem o custo de tantas vidas destruídas com sua “bênção” oficial!

Eu estarei orando, assim como milhares de crentes em Jesus, para que muitos sejam poupados dessas desgraças e alcancem a verdadeira alegria, mas sem as futilidades ilusórias do Carnaval. Quando a máscara cair, quando os “sabiazinhos” carnavalescos ficarem frente a frente com sua própria realidade, saberão que as minhocas não valem a perda das penas nem da liberdade.

Oro pelos que têm sede de alegria e liberdade, para que se lembrem do que disse Jesus, aqui parafraseado: “Quem beber das águas salobras do Carnaval tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo 4.13).

Volte-se para Jesus! Só Jesus pode dar alegria e liberdade verdadeiras!

Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Consagrados Rumo ao Centenário

A Assembleia de Deus em Belém, no Pará e no Brasil, comemora o ano do seu Centenário de fundação, cuja festividade principal dar-se-á no período de 16 a 18 de junho próximo, em Belém, e estender-se-á até junho de 2012.

Desde de sua fundação, em 1911, a Igreja tem servido à sociedade com muitas ações de natureza espiritual e social, possibilitando a milhares de pessoas uma nova oportunidade de vida e servindo como esteio para a inclusão social de muitos.

Essa foi uma visão implantada pelos pioneiros, Daniel Berg e Gunnar Vingren, e mantida por todos os que seguiram os seus passos: Jesus Cristo é o nosso único Senhor, que nos comissionou para servirmos à sociedade, e tudo o que fazemos é para a glória do nosso bom Deus!

Em razão da presença sempre constante desta Igreja na vida da cidade e do País, sempre contribuindo para o bem comum de todos, contamos com o apoio e mobilização de diversos setores da sociedade, inclusive das principais autoridades públicas para a realização desse importante evento.

A Igreja, nascida em Belém, comprovadamente, é a maior comunidade evangélica em Belém, no Pará e no Brasil, com presença em 176 países, está mobilizada e contagiando seus fiéis com esforços marcantes para celebrarmos em grande estilo e continuar bem servindo à sociedade belenense.

Algumas de nossas ações atuais são a expressão de nossa fé e serviço abnegado. Estamos construindo o Centro de Convenções do Centenário para 20 mil pessoas, o que será uma bênção para esta cidade; além de um Museu Nacional para abrilhantar a cultura do nosso povo, entre muitas outras ações de inolvidável abrangência social.

O Centenário da Nação Assembleiana marcará indelevelmente o calendário e a história da cidade de Belém e ensejará a volta de nossa cidade para o centro das atenções do Brasil, com ampla cobertura da imprensa nacional e estrangeira, pois reunirá centenas de milhares de participantes da capital, do interior paraense, de vários estados do País, além de muitos representantes do exterior.

O objetivo da celebração do Centenário, além de agradecer a Deus pelos 100 anos de história exitosa, é posicionar Belém e a Amazônia como palco do nascimento deste fenomenal movimento sócio-religioso, oferecendo uma programação ampla, variada e impactante, tanto para o público interno como para toda a sociedade.

Acabamos de passar a barreira dos últimos 100 dias para o início das comemorações do Centenário. “O tempo passa rapidamente, e nós voamos” – dizia Moisés. E isso é bem verdade, e nos assusta, quando vemos o muito que ainda temos de realizar até ao Centenário, que está à porta.

Nós temos de nos esforçar ainda mais, continuar contribuindo generosamente, participando ativamente das mobilizações, fazendo o nosso melhor para Deus. Mas há coisas que só Deus pode fazer. E nós dependemos de verdadeiros milagres para darmos conta de todos os desafios do Centenário aceitos pela Igreja diante do Senhor.

Por isso, estou convocando todo o nosso povo para, principalmente até ao Centenário, estarmos em campanha permanente de consagração, em oração e jejum, buscando a Deus para que toda a Sua vontade seja plenamente realizada, e os desafios, vencidos.

Precisamos levantar 100 mil pessoas, homens e mulheres consagrados, que se dignem a buscar mais ainda ao Senhor, em oração e jejum, para que o nome do nosso bom Deus continue a ser engrandecido e as Suas bênçãos fluam cada vez mais sobre todos os que participarem desse conclave.

Enquanto cooperamos com Deus, Ele também coopera conosco. Essa parceria é imbatível! Mas só pode ser levada avante quando nos quebrantamos e buscamos ao Senhor de todo o coração, em consagração diante do nosso Deus, dependendo totalmente Dele, para que tenhamos jornada feliz até ao Centenário.

Assim, ao participar conosco apoiando esta celebração, saiba que estará ligado a um empreendimento vitorioso de um século de duração, cuja existência proveu inúmeros benefícios a toda a sociedade, o que tem redundado em glória e honra para o nosso bom Deus.

Faça parte. Ore. Contribua. Apoie. Seja também um vencedor conosco.
Nós somos a geração do Centenário! Avante, povo de Deus! A vitória é nossa pelo nome de Jesus!


Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Fazendo as escolhas certas

Todos os dias temos de fazer escolhas. Isso não é sina, é livre-arbítrio. Se pudéssemos voltar atrás, declinaríamos de muitas delas, mas corroboraríamos outras tantas. O problema não é fazer escolhas, mas fazer as escolhas certas.

Na noite que antecedeu a crucificação de Jesus, dois discípulos seus escolheram se voltar contra Ele. Judas Iscariotes o traiu com um beijo, levando seus inimigos ao local onde o mesmo se encontrava. Pedro negou três vezes que o conhecia, não em um tribunal, mas na presença dos serviçais do sumo sacerdote.

Há uma coisa em comum entre esses dois discípulos: cada um fez a sua própria escolha. No entanto, há uma enorme diferença entre o que escolheram fazer em seguida. Judas, cheio de remorsos, saiu para enforcar-se. Pedro, imerso nas dores de sua alma, derramou amargas lágrimas de arrependimento. De qualquer modo, se um deles fosse você, afinal, que caminho escolheria?

A vida é assim, a toda hora temos de tomar decisões. Evidentemente, há aquelas coisas corriqueiras que requerem tomadas de pequenas decisões, a maioria das quais nem nos damos conta, como a escolha da roupa ou o que comer. Porém, há decisões vitais que testarão inexoravelmente a nossa habilidade de fazer escolhas adequadas, as quais definirão não somente a nossa satisfação pessoal, mas também o nosso destino.

O que geralmente é difícil de avaliar, na pesagem entre as escolhas certas e as erradas, é para onde a balança penderá no final das contas. Isso, todavia, é algo que a maioria das pessoas costuma evitar.

Muitos livros têm sido escritos para ajudar pessoas a tomarem decisões na vida. A maioria é de uma complexidade tão elevada que geralmente é inócua à maioria dos mortais. Mas há conselhos que podem nos ajudar nas nossas escolhas.

Há um poema, de autor desconhecido, que oferece conselhos simples e seguros de como coisas importantes podem merecer a nossa atenção e cujas escolhas a elas agregadas não são complicadas, que transcrevemos a seguir:

AMANHÃ PODE SER MUITO TARDE

“Se você está bravo com alguém e ninguém faz qualquer coisa para consertar a situação, conserte-a você. Talvez hoje essa pessoa ainda queira ser seu amigo e, se você não consertar, amanhã pode ser muito tarde.”

“Se você está apaixonado por alguém, mas a pessoa não sabe, diga isso a ela. Talvez essa pessoa também esteja apaixonada por você e, se não falar hoje, amanhã pode ser muito tarde.”

“Se você deseja mostrar o seu afeto e dar um abraço em alguém, então dê. Talvez essa pessoa também queira o seu abraço e, se você não fizer isso hoje, amanhã pode ser muito tarde.”

“Se você ama uma pessoa e acha que ela te esqueceu, diga isso a ela. Talvez essa pessoa sempre o amou e, se você não lhe disser hoje, amanhã pode ser muito tarde.”

“Se você precisa da amizade de alguém, deve abrir seu coração e dizer-lhe isso. Talvez ela precise disso mais que você e, se você não declarar hoje, amanhã pode ser muito tarde.”

“Se você realmente tem amigos aos quais aprecia, fale-lhes isso. Talvez também o apreciem e, se partem ou vão embora, amanhã pode ser muito tarde.”

Parece simples, mas tomar essas decisões exigirá sempre que enxerguemos para além do próprio nariz e nos concentremos na dignidade básica de uma alma que não se paute pela rasoura de desculpas banais.

Quando erramos, a coisa mais importante é o que fazemos depois. Se perdemos a cabeça e maltratamos um colega de trabalho... Se dissermos algo cruel a alguém da nossa família... Se nos damos conta de que estamos cheios de maus pensamentos... o que fazer depois?

Temos várias opções. Algumas tortuosas e erradas. Podemos arranjar desculpas para justificar o nosso mau comportamento, ou colocar a culpa em outra pessoa. Podemos também ignorar a Deus.

Temos também a opção de fazer a coisa certa. Ao errarmos contra alguém, ou ao pecarmos contra Deus, a primeira coisa a ser feita é reconhecer o próprio erro e pedir perdão. Podemos pedir a ajuda de Jesus, o nosso Advogado, e pedir perdão a Deus, confessando os nossos pecados.

Está escrito: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9).

A maior decisão da vida, porém, refere-se à escolha que tomaremos em relação a Jesus. Aceitá-lo como Salvador, ou rejeitá-lo. Seguir o exemplo de Pedro ou o de Judas. Você vai fazer a escolha certa?


Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PASTOR SAMUEL CÂMARA MINISTRA NO CULTO DA FRENTE PARLAMENTAR EVANGÉLICA



Foi extremamente produtivo e emocionante o culto da Frente Parlamentar Evangélica desta quarta-feira, 16 de fevereiro no Plenário 2, anexo II da Câmara dos Deputados. O Pastor Samuel Câmara antes de ministrar a palavra apresentou um vídeo da história e do centenário das Assembléia de Deus no Brasil, convidando a todos para, no mês de Junho (2011), participarem das comemorações dos 100 de fundação da igreja em Belém do Pará.


Ao pregar, o Pastor Samuel citou passagem bíblica registrada em Mateus 14:27 "Tende bom ânimo, sou eu, não temais". O texto é do contexto da multiplicação dos pães, ocasião em que Jesus pediu aos discípulos que entrassem no barco e fossem para o outro lado do mar, enquanto ele despedia a multidão saciada. No meio do mar, desestabilizado pelas ondas, o barco balança e os discípulos se apavoram, mas Jesus aparece andando sobre as águas com uma palavra de ânimo num momento de medo: "Tende bom ânimo, sou eu".


"Trazendo pra hoje, em muitos casos, vez por outra, nos deparamos com coisas que parecem fantasmas, mas não são. Não tenhamos medo! Enfrentemos encorajadamente as circunstâncias porque o Senhor continua caminhando na nossa direção", afirma o pregador. Pastor Samuel ao concluir a mensagem declarando aos parlamentares que eles são os melhores de Deus para essa 54ª Legislatura.

O cantor de pagode Vaguinho louvou ao Senhor com a música "Segura na mão de Deus". A RBN (Rede Boas Novas) estará cobrindo as celebrações das quartas-feiras no Congresso Nacional.


Deputado João Campos (PSDB-GO) escalou para a próxima quarta-feira (23), as deputadas Benedita da Silva (PT/RJ) e Rosinha da Adefal (PTdoB/AL) para dirigir e pregar respectivamente. A deputada e cantora Lauriete estará louvando ao Senhor.


Fonte: Frente Parlamentar Evangélica