quarta-feira, 13 de agosto de 2008
sábado, 9 de agosto de 2008
RESUMO - Programa Voz da Assembléia de Deus
Voz da Assembléia de Deus PGM 005 02/08/2008
Sábado 10:00h na Rede TV e na Rede Boas Novas
Quarta-feira 22:00h ao vivo na Boas Novas
Para adquirir o DVD deste programa na integra, ligue: (21) 2112-6300
A maior corrida da vida
O filme Carruagens de Fogo, ganhador de vários prêmios, tornou a vida de Eric Liddell conhecida de milhões de pessoas. O filme mostra a inquebrantável dedicação deste atleta escocês a Jesus Cristo. Embora estivesse sob severa pressão, Eric se recusou a violar as suas convicções espirituais, mesmo que isso lhe custasse a glória olímpica.
O ator Ian Charleston, que fez o papel de Eric Liddell no filme, teve de aprender a correr com a cabeça levemente inclinada para trás, no estilo inconfundível do campeão olímpico. Ao terminar a filmagem, Ian concluiu que o estilo pouco convencional de Eric correr era inspirado na confiança. “Eric confiava que chegaria lá” – disse Charleston. “Ele corria com fé. Nem mesmo se preocupava para onde estava indo; ele apenas corria na confiança de que alcançaria o alvo”.
Essa confiança mostrada nas corridas era um transbordar da vida espiritual de Eric. O que poucos sabem, porém, é que essa mesma confiança o levou à China como missionário. Ele deixou a glória do atletismo pela glória da obediência a Jesus Cristo. Para ele, essa era a maior corrida da vida. Cabeça erguida, confiando no Senhor e Salvador de sua vida, Eric Liddell morreu jovem aprisionado num campo de concentração japonês, ainda servindo a Deus fielmente. Naquela mesma prisão, ele levou dezenas de outros prisioneiros ao conhecimento do Salvador.
O escritor da carta aos Hebreus nos fala dessa corrida. Ele afirma que há uma platéia a rodear-nos, como num estádio, que ele chama de “grande nuvem de testemunhas”, e nos desafia: “Desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta”. Em seguida, ele aponta o Exemplo-Mor que devemos seguir para alcançarmos o alvo: “Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hb 12.1-2)
O apóstolo Paulo, tomando como exemplo as Olimpíadas gregas, faz uma comparação da vida cristã com a vida de um atleta. Ele escreveu: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar” (1 Co 9.24-27).
Paulo escreveu também que “o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas”, enfatizando que o objetivo principal da vida de cada cristão “é satisfazer àquele que o arregimentou”, no caso o Senhor Jesus (2 Tm 2.4).
No fim da vida, já velho e cansado fisicamente, Paulo mostra-se, em contrapartida, um gigante espiritual que acabou de completar a maior corrida da vida. Ele diz: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4.7).
Em tempos de Olimpíadas, não custa lembrar que devemos correr como Paulo corria, imitando o seu exemplo, Jesus (1 Co 11.1). Corra com a cabeça erguida, confiando em nosso Treinador para nos fazer atingir o objetivo que Ele nos propôs.
A maior corrida da vida não visa a ganhar a aprovação e o aplauso das pessoas, nem para ganhar nenhum dos troféus deste mundo, mas para ganhar “a coroa incorruptível”.
Como você está correndo?
Confira os artigos do Pastor Samuel Câmara, todas as semanas no jornal "O Liberal" - http://www.oliberal.com.br/
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Programa Voz da Assembléia de Deus
Sábado 10:10h na Rede TV - 10:30h na Rede Boas Novas
Quarta-feira 22:00h ao vivo na Boas Novas
O Programa que vai unir de norte a sul, leste a oeste a nação Brasileira de Assembleianos.
O final feliz dos vencedores
O compositor Giuseppe Verdi, filho de pai taberneiro e mãe fiadora, enfrentou muitas adversidades até ser reconhecido como mestre da composição dramática. Embora tenha começado a compor aos nove anos de idade, sua carreira não começou com tanto sucesso. Foi somente no fim da vida que esse reconhecimento lhe foi conferido. Quando jovem, foi rejeitado pelo Conservatório de Milão porque não possuía conhecimento e cultura necessários.
Com a morte súbita da esposa e, posteriormente, de seus dois filhos, Verdi entra em profunda depressão e decide abandonar a música para sempre. Após dois anos, emerge das sombras e recomeça a compor. Ele obteve tanto sucesso que a sua fama se espalhou pelo mundo. A escola que outrora o rejeitara teve o nome mudado para Conservatório Verdi de Música.
A história de Verdi reflete, em maior ou menor grau, a experiência de muitas pessoas que não se dobraram diante das adversidades, não abandonaram os seus sonhos e perseguiram tenazmente a sua meta de vida.
Não é incomum que enganos sejam cometidos a respeito de uma pessoa, achando que não vencerá na vida. Algumas vezes isso ocorre por ignorância, ou por puro ceticismo ou mera inveja.
Alguns, por causa da crítica ácida ou da rejeição temporária, são “abatidos em pelo vôo” e, por fim, desistem dos seus sonhos. Outros, por acreditarem que não poderiam viver sem “isso” ou fazendo algo diferente, insistem e vencem. O que de fato diferencia essas pessoas?
Penso que o que faz a diferença é a nossa resposta, se agimos ou reagimos. Quando reagimos, partimos dos estímulos, e não das nossas convicções interiores. Somos levados na enxurrada de emoções que esses estímulos facultam e a nossa estrutura interior é alterada para responder a esses estímulos.
Porém, quando agimos, partimos do que somos e não do que esses estímulos instam para que sejamos, e mantemos o senso de equilíbrio interior. Em função de sabermos o que somos e quais convicções próprias temos, recusamo-nos a retribuir injustiça com injustiça, incivilidade com incivilidade; vencemos, assim, o mal com o bem e nos mantemos senhores de nossa própria conduta.
Fico a pensar: o que aconteceria se Jesus tivesse assimilado passivamente a rejeição e dado ouvidos às críticas injustas que recebeu? Onde estaríamos e para onde andaria a humanidade?
Jesus foi rejeitado por Seus compatriotas porque estes não achavam que Ele tivesse instrução adequada ou que fosse de “boa família” (Mt 13.54-58). Mesmo tendo falado a verdade de forma poderosa e irrefutável, mesmo Suas obras maravilhosas tendo falado por si mesmas, Ele não recebeu o devido reconhecimento.
Pedro pediu que Ele desistisse, os fariseus tentaram pará-lo, os romanos o prenderam e o mataram. Mas Ele ressuscitou, Ele venceu! Por isso, os que colocam a fé em Cristo como Senhor e Salvador pessoal, participarão do grande dia em que todos o reconhecerão e se curvarão diante Dele e darão a devida honra ao Seu nome (Fp 2.9-11).
Porque Jesus não desistiu e venceu, nós podemos ser participantes de Sua vida, da salvação que Ele conquistou e também da Sua vitória para sempre (Ap 22.5). Mesmo que no começo pareçamos insignificantes, podemos olhar adiante para o glorioso final feliz dos vencedores.
Viva os seus sonhos, lute por eles! Nunca desista, faça a sua parte e seja um vencedor! E que Deus o abençoe!
Confira os artigos do Pastor Samuel Câmara, todas as semanas no jornal "O Liberal" - http://www.oliberal.com.br/