segunda-feira, 18 de maio de 2009

Conhecendo a vontade de Deus

Todo discípulo de Jesus é confrontado diuturnamente com o desafio de conhecer se o seu procedimento na vida está de acordo com os pensamentos de Deus. Em outras palavras, se depara com essa questão: como reconhecer a vontade de Deus para a minha vida?

Os irmãos da Igreja em Corinto escreveram ao apóstolo Paulo sobre algumas questões a respeito da vontade de Deus, inclusive se era correto comer carne sacrificada a ídolos. Em resposta, Paulo expõe princípios que podem ser aplicados a todos os nossos procedimentos e, por isso, se constituem diretrizes importantes para nortear a nossa vida cotidiana. O texto se encontra em 1 Coríntios 10.23-33.

O que eu quero fazer é lícito? A palavra de Deus proíbe?

Paulo diz: "Todas as coisas são lícitas" (v.23). Ou seja: tudo é permitido. É claro que Paulo não estava falando em termos absolutos, pois não temos permissão de fazer o que a Palavra de Deus proíbe expressamente, como: matar, roubar, adorar ídolos, mentir, dar falso testemunho etc. Paulo está tratando de coisas que não são vetadas pelas Escrituras.

Geralmente, quando não existem proibições declaradas, são nessas circunstâncias onde pairam a maioria das dúvidas se podemos ou não fazer certas coisas. Nem sempre, porém, ao aplicar esse princípio, poderemos fazer as coisas sem restrições. Por isso, é bom passar para o próximo passo.

Isto é conveniente, gera algum benefício?

"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm". Ou seja: tudo é permitido, mas nem tudo é proveitoso. Mesmo que as Escrituras não proíbam expressamente, isso não quer dizer que a ação seja proveitosa.

Paulo ensina que os nossos atos devem caracterizar-se pela utilidade que representam, tanto para nós como para os outros. Ir a certos lugares pode ser lícito, mas será que é conveniente? O que eu vou fazer é realmente proveitoso para outros?

Paulo acrescenta que as coisas "lícitas" ainda devem corresponder a um segundo parâmetro, cujo critério é mais aprofundado. Ele retoma a frase: "todas são lícitas", mas acrescenta um adendo: "mas nem todas edificam". Ou seja: toda a nossa conduta deve resultar em edificação, não só para mim, mas também para os outros.

A minha conduta tem em vista o proveito dos outros? Convém ao interesse deles?

"Ninguém busque o seu próprio interesse; e, sim, o de outrem" (v.24); ...assim como também eu procuro em tudo ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos , para que sejam salvos" (v.33).

Em suma, a nossa conduta sempre gera efeitos sobre outras pessoas. Devemos, portanto, nos empenhar para que, em tudo o que fizermos, não tenhamos primeiramente em vista as nossas próprias prioridades e interesses, mas sim as da nossa coletividade. O todo é mais importante que as partes; o corpo, mais que os membros.

O que faço é para a glória de Deus?

"Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (v.31).

Deus deve não somente se glorificado nos templos, mas também fora deles; não somente na vida privada, mas também na esfera pública. Não somente nas coisas referentes à sobriedade do "ministério cristão", mas também nas coisas "comezinhas" do nosso cotidiano como "comer e beber".

Devemos nos perguntar: Quantas coisas, em nossas lidas diárias, são feitas para a glória de Deus ou buscam apenas o nosso próprio interesse?

O que eu faço está escandalizando alguém? Ou faz alguém tropeçar?

"Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tão pouco para a igreja de Deus" (v.32).

Quantas vezes o nome de Deus tem sido blasfemado por causa dos maus procedimentos de Seus filhos? Quantos têm tropeçado por causa de suas condutas egoístas e alheias aos ensinamentos das Escrituras? Em contrapartida, uma conduta que promove a glorificação de Deus não será escândalo para ninguém, nem motivo de tropeço.

Os conselhos de Paulo são muito importantes para quem quer realizar a vontade de Deus. Mas adicione-se a isso o que disse Jesus:

"Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo" (Jo 7.17).

Que possamos dizer como Jesus: "A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra".


Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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terça-feira, 12 de maio de 2009

Lições de minha Mãe

O dia das mães é uma ótima oportunidade para pensarmos sobre a importância e o respeito devidos às mães, não somente em um dia específico e solitário, mas em todo o tempo. O popular ditado: "Mãe é uma só", lembra-nos que os filhos têm de cuidar da sua mãe como se fora uma flor única e rara, de inestimável valor.

Este outro ditado: "Mãe é mãe", longe de ser uma redundância, acaba sendo a melhor definição para o significado da palavra mãe. É como quem diz: "Deus é Pai". Todo mundo sabe o que é, embora, pela sua profundidade, muito tivesse que ser dito para se chegar sequer a arranhar o seu mais simples significado.

Poder-se-ía também dizer: "Deus é mãe". Porque o Seu cuidado conosco é semelhante ao cuidado de uma mãe. Tanto que Deus mesmo, ao mostrar que o Seu amor é profundo e incondicional, se compara com uma mãe, ao afirmar: "Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti" (Is 49.15).

"Mãe é mãe". A palavra mãe, pela extensão de sua natureza e propósito, pode ser usada como sinônima de muitas outras. Ser mãe não é só colocar filhos no mundo; é também educá-los, prepará-los para a vida; é cuidar deles, dar segurança, conforto, afeto. Por isso, sacrifício, dedicação, cuidado, abnegação, são palavras que andam sempre ao lado do sagrado ofício de ser mãe. E quanto sacrifício há!

Muitas mães deixam de lado o seu próprio futuro, para dar aos filhos uma oportunidade de melhor preparo para enfrentar a vida. Muitas enterram os seus sonhos. Outras, só muito mais tarde, quando o peso da idade já não ajuda, é que procuram, numa nova atividade, dar um pouco de sentido ao resto de seus dias.

Aqui evoco a imagem de minha querida mãe Therezinha, a Neguinha, que já está com o Senhor, que sempre tinha algo de novo, mesmo que isso significasse apenas expressar novas formas do seu abnegado serviço em amor aos seus.

Minha mãe deixou-nos imporantes lições. Ela sabia que nós não paramos de lutar porque ficamos velhos; nos tornamos velhos porque paramos de lutar. Do seu exemplo, posso identificar que existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguir o sucesso na vida.

Mamãe sabia que é preciso rir e encontrar humor em cada dia. A Neguinha tinha sempre uma pitada de bom humor para brindar a todos à sua volta. Mesmo nos tempos de lutas, era o seu bom humor que ditava o curso de sua vida.

Mamãe entendia que é preciso ter a vida acalentada por um sonho. Quando você perde seus sonhos, morre. Há tantas pessoas caminhando por aí que estão "mortas" e nem desconfiam! Um de seus maiores sonhos foi educar seus filhos para servirem na obra de Deus, e ela o viu realizado.

Mamãe vivia de um modo que demonstrava a enorme diferença que existe entre envelhecer e crescer. Ela sabia que ficar mais velho não exige talento nem habilidade, é uma conseqüência natural da vida. A idéia que seu exemplo evoca é o de crescer através das oportunidades que a vida oferece.

E por último, mamãe não ficava remoendo remorsos, nem tinha medo da morte. As únicas pessoas que têm medo da morte são as que guardam remorsos e vivem esmagadas pela culpa. Mamãe entregava as suas culpas a Deus, pois cria que Jesus nos purifica de todo o pecado (1 Jo 1.9). Ela seguia sempre em frente com a graça que Deus supre. Diferentemente de muitos velhos que se arrependem muito mais pelo que deixaram de fazer do que pelo que fizeram.

Se a minha querida mãe, a Neguinha, estivesse aqui, a sua mensagem às mães seria esta: "Jamais desistam de seus sonhos, confiem em Deus, jamais deixem de tentar. A sagrada tarefa de educar filhos para a vida pode ser a maior de todas, mas a vida continua. Se a vida está sendo um fardo pesado, Jesus diz: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei". Jesus veio para que todos (inclusive as mães) tenham vida, e vida completa."

Deus abençoe as mães!

Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Trabalho: a bênção de cada dia

Ontem foi o feriado comemorativo ao Dia do Trabalho. Paradoxalmente, um dia dedicado ao ócio. Parece que essa é a sua única serventia na atualidade. Perdeu o caráter reivindicatório e de protesto de suas origens. O máximo que as centrais sindicais fazem hoje são algumas festinhas competitivas, com shows musicais e sorteios, para ver quem arrasta mais "trabalhadores" para suas estatísticas de representatividade.

Talvez a maioria dos trabalhadores não saiba, mas o Dia do Trabalho foi criado em 1889, em Paris, em memória dos mártires de Chicago, das reivindicações operárias que ocorreram ali em 1886, e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores por seus direitos.

Naquela época, as condições de trabalho eram extremamente desumanas, os trabalhadores eram submetidos a maus tratos, a jornada de trabalho era de até 16 horas, havia exploração do trabalho infantil, as pessoas eram tratadas piores do que os animais, entre outras injustiças. Como eles não podiam simplesmente deixar de trabalhar, resolveram lutar pelo direito de um trabalho mais digno e justo.

Na mente dos ricos e poderosos da época, os quais detinham o poder dos meios de produção, decerto havia o entendimento de que o ato de trabalhar, em si só, continha uma maldição divina. Os ricos e afortunados eram os abençoados, não trabalhavam; só os pobres o faziam.

Com o passar dos anos, a tendência natural é que as gerações seguintes desconheçam as conquistas alcançadas pelas gerações passadas. O ônus disso é muito pesado, pois quando uma geração não sabe avaliar o preço que foi pago pela conquista de valores e direitos das gerações anteriores, faltar-lhe-á a identidade que lhe fornecerá a honra de lutar contra as novas injustiças de seu tempo.

O plano de Deus, como descrito na Bíblia, é que todos possam exercer um trabalho digno e viver dele. Quando da Criação, Deus colocou o casal no Jardim do Éden "para o cultivar e o guardar", isto é, para trabalhar na sua conservação e dele prover as suas necessidades (Gn 2.15).

Infelizmente, alguns interpretam o texto bíblico da Criação de um modo reducionista, como se a ordem de Deus - "no suor do rosto comerás o teu pão" - fosse uma maldição em conseqüência da queda. Por causa disso, desenvolveu-se toda uma concepção do trabalho como castigo ou pena a ser cumprida.

Mas entendo que o plano original de Deus era a possibilidade de o ser humano ser co-criador, com Ele, e poder, assim, transformar a natureza e produzir cultura. Nisso o ato de trabalhar esconde uma indizível beleza e demonstra uma maravilhosa bênção.

O trabalho só não é bênção, porém, quando utilizado como instrumento de exploração do outro, quando usado como meio para obter lucros e vantagens obscenas às custas do esforço alheio, e quando a ganância e a cobiça destroem as vidas e aniquilam os sonhos de uma grande maioria que depende do trabalho para sobreviver.

O trabalho deve ser fonte de bênção, não de agonia. Voltaire disse: "O trabalho espanta três males: o vício, a pobreza e o tédio". Na verdade, não se pode fugir dele, sob pena de a vida perder o sentido.

O sábio Salomão diz: "Nada há melhor para o homem do que comer, beber e fazer que a sua alma goze o bem do seu trabalho. Vi também que isto vem da mão de Deus" (Ec 2.24).

Assim, todos os dias são do trabalho, ou melhor, de trabalho. Sem trabalho não há vida. O alvo dos trabalhadores deve ser que todos, indistintamente, tenham trabalho. Os governantes devem atentar para o fato de que o custo econômico e financeiro de um dia parado é o sumidouro que drena milhões de empregos em todo o mundo.

Penso que o Dia do Trabalho só será digno desse nome e da história de luta que carrega e representa quando a lógica infantil do ócio for abolida e, em seu lugar, a riqueza do trabalho realizado nesse dia seja canalizada para um fundo financeiro destinado a criar mais empregos, até que ninguém possa se queixar de não ter um trabalho digno.

Como o trabalho é a bênção nossa de cada dia, oro a Deus para que nunca lhe falte trabalho e que o mesmo seja uma verdadeira bênção para você e sua família.

Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Cartas lidas por todos

Há algum tempo soube de um Juiz de Direito que usava adesivos no carro de infratores como forma de encorajar a boa conduta ao volante. Ele dava duas opções às pessoas acusadas de dirigirem alcoolizadas.

A primeira opção era colocar a seguinte mensagem nos pára-choques dos veículos: "Este carro pertence a um motorista bêbado já condenado". E qual era a segunda, a qual quase todos os infratores preferiam? Ora, esta consistia em inscrever-se no programa de tratamento para alcoólatras.

E por que a escolha dessa opção era tão óbvia? Porque a maioria das pessoas preocupava-se com o que os outros pensariam e queria manter uma boa imagem. Obviamente, ninguém gostaria de ser pego no contrapé de seu próprio mau comportamento, em vendo isto se tornar "publicidade". Em sã consciência, ninguém gostaria de ter publicamente exposta a deformidade de seu caráter e ser motivo de chacota dos outros.

Ah, com certeza, nenhuma pessoa de bom senso, ao ser flagrada num comportamento abjeto, gostaria de ser constrangida publicamente. Esse receio de constrangimentos se aplica também a muitos comportamentos inaceitáveis. Por exemplo, ninguém gostaria de andar por aí com uma placa nas costas com mensagens como:

"Fique atento: eu gosto de trapacear e de levar vantagem."

"Tenha cuidado: sou dominado pela luxúria e não pelo amor."

"Perigo: sou um cristão que não gosta de oração e de ler a Bíblia."

"Cuidado: sou um filho de Deus que adora fofocar e criar intrigas."

"Atenção: não costumo cumprir a minha palavra."

"Cautela: não preciso de eleitores; eu vou fraudar as eleições mesmo!"

"Preste atenção: sou um cristão de fachada, sou pior do que o descrente."

Pense se o Juiz fosse o próprio Deus, e Ele lhe designasse uma placa dessas! Há, portanto, uma pergunta que teima em não calar: se Deus nos designasse uma placa assim, nosso interesse pessoal pelo respeito dos outros poderia de algum modo evitar que revelássemos a nossa verdadeira condição espiritual?

A forma como respondemos a essa pergunta diz muito a respeito de nosso senso de dignidade diante de Deus e dos homens.

O problema é que dignidade é um artigo raríssimo numa terra acostumada a ver tanta injustiça do poderoso contra o fraco; tanta frouxidão moral em nome do politicamente correto; tamanha apatia espiritual diante da banalização da vida.

Dignidade é decência, é decoro. É isso que gera a autoridade moral que se recusa a dobrar-se diante da injustiça. É isso que produz a honestidade banhada de honra e respeitabilidade e, por fim, faz nascer a autoridade que enfrenta a desonra e a mentira.

Dignidade é também respeitar a si mesmo; é ter amor-próprio, é agir pelo brio do caráter, não pelo brilho do aplauso.

Nem sempre as pessoas julgam corretamente, pois geralmente se baseiam nas aparências. Mas uma coisa é certa: Deus sempre nos julga corretamente. Por isso, o apóstolo Pedro ensina: "Ora, se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação" (1 Pe 1.17).

O que as pessoas veem em nossas vidas são muito mais que "placas". Na verdade, somos como "cartas" lidas por todos. É isso que o apóstolo Paulo ensina a respeito dos discípulos de Jesus: "Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens" (2 Co 3.2).

A mensagem que levamos às pessoas são as nossas atitudes e ações, efetivadas na vida pública ou privada que levamos. O que fazemos na intimidade de nosso lar ou em algum recôndito da nossa discrição importa tanto a Deus como o que fazemos publicamente.

Diante disso, temos de responder a essa pergunta incômoda: como cartas lidas por todos, é possível que temamos a opinião de Deus menos do que temeríamos a opinião dos outros?

Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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quinta-feira, 23 de abril de 2009

É chegada a hora!

Hoje é dia de marcarmos a história de nossa Igreja e escrevermos um novo momento na CGADB!

É a oportunidade de mostrarmos, com nosso voto, que queremos uma Convenção marcada pela transparência, pelo respeito, pela obra missionária! Uma convenção que avance e faça o Brasil ver que somos a maior igreja do país e devemos ser reconhecidos como tal!

No discurso feito ontem ficou claro o respeito que temos por todos aqueles que escreveram a história de nossa Igreja desde o início dela até hoje! Ao longo de minha vida aprendi lições fundamentais com pastores experientes e sei que devemos respeitar e honrar estes homens de Deus!

Mas nós também devemos estar atentos ao tempo de Deus! A continuidade traz diversas consequencias negativas. Quem permanece muito tempo no poder acaba perdendo sensibilidade para tratar com liderados e atenção com alguns dos deveres existentes. Prova disso é que nesta AGO percebemos várias áreas em que nossa Convenção precisa melhorar.

Com muita humildade, oração e coragem nos colocamos à disposição dos convencionais para enfrentar o desafio de presidir a CGADB. Você tem hoje liberdade para ir às urnas e votar segundo sua consciência! Através do seu voto podemos construir juntos uma Convenção que glorifique a Deus e eleve o nome da Assembléia de Deus à posição que merece.

Sigamos firmes rumo à vitória, certos de que “Deus não nos tem dado espírito de medo, mas de coragem, de amor e de moração!”

Samuel Câmara