domingo, 25 de maio de 2008

Através dos olhos de Jesus

Era sabido no meio artístico americano que o ator Bruce Marchiano queria ver o mundo através das personagens que interpretava nos filmes e peças que atuasse. Quando se preparava para representar Jesus numa apresentação do Evangelho de Mateus, ele se preocupou com o desafio proposto e passou um longo período em oração, pedindo a Deus que lhe ajudasse. “Senhor, mostre-me como tudo pareceu aos Seus olhos” – orou intensamente.

Já no local de filmagem, quando Bruce começou a representar a dolorosa denúncia de Jesus contra as cidades impenitentes de Corazim e Betsaida, ele olhou para as pessoas à sua volta e começou a chorar de maneira incontrolável. Jesus passou por momentos assim, ao ver as pessoas como ovelhas sem pastor, em Jerusalém: “Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou”. (Lc 19.41)

Ele entendeu isso como resposta à sua oração. Bruce Marchiano comentou: “Vi as pessoas vivendo suas vidas de uma forma que Deus não planejou”. Ele comparou sua reação à que os pais devem sentir ao verem seu bebê engatinhando no meio da rua, com um caminhão vindo em sua direção. Bruce concluiu: “Compaixão não é apenas sentir pena das pessoas; é uma angústia tão intensa que nos impele à ação”.

Ao andar no meio das pessoas, Jesus conhecia as suas necessidades e procurava supri-las. Ele tinha grande compaixão por todos. Embora Jesus as visse como “ovelhas sem pastor”, ou seja, espiritualmente ignorantes, sem esperança, eternamente perdidas, Ele não as abandonava à sua própria sorte. Antes, Ele se identificava com elas, sentia intensa compaixão e fazia sempre alguma coisa para ajudá-las. “E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades” (Mt 9.35).

Eu fico a pensar: será que vemos os outros através dos olhos de Jesus? O que nos move: apenas um lampejo de piedade ou uma profunda compaixão? O que aconteceria ao nosso querido Brasil se todos os crentes começassem a ver o mundo e as outras pessoas “como ovelhas sem pastor” através dos olhos de Jesus?

Sou imensamente grato a Deus pelo sentimento de compaixão que inundou os corações de Gunnar Vingren e Daniel Berg e os fez virem ao Brasil para fundarem a Assembléia de Deus. Tudo começou com esses dois homens, que viram o Brasil através dos olhos de Jesus e ousaram obedecer a Deus, mesmo sem contar com nenhum apoio institucional e financeiro. Hoje, 97 anos depois, a Assembléia de Deus conta com cerca de dez milhões de membros. Já pensou no que aconteceria se cada assembleiano nutrisse este mesmo sentimento de compaixão?
Ao pesquisarmos na História, é chocante a constatação de que nenhum movimento espiritual tenha durado mais de cem anos. Todos começam humildemente vendo o mundo “através dos olhos de Jesus”, depois se tornam pujantes e, aos poucos, a visão começa a desvanecer. O que era um poderoso “movimento”, passa pelo “engessamento” e depois se torna “monumento” e, aos poucos, se dissipa.

O diagnóstico possível é que deixaram de ver o mundo através dos olhos de Jesus e passaram a vê-lo através de outros olhos: da ciência, da teologia, da filosofia, da religião etc. Essas coisas eram para ser meros instrumentos, mas passaram a ser vetores do movimento que, por sua vez, veio a se tornar um simples monumento.

A Assembléia de Deus está a caminho do Centenário. A minha oração é que cada assembleiano mantenha a visão inicial e, tal como os pioneiros, veja o mundo através dos olhos de Jesus. Só assim será possível manter esse movimento pentecostal pujante até a vinda do Senhor Jesus.
Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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domingo, 18 de maio de 2008

Como acumular tesouros no céu


O céu desperta em nós os sentimentos mais estranhos, algumas vezes contraditórios. Embora seja um lugar onde nunca estivemos, podemos sentir saudades de lá. Alguns pensam que no céu, por ser um lugar de descanso, nada há para fazer.
Há pessoas que pensam tanto no céu que não conseguem se sair bem aqui na terra. Talvez isso ocorra porque alguns pregadores prometem ao seu rebanho grandes recompensas nos céu, mas ignoram as dificuldades da vida. Em decorrência, algumas pessoas os acusam de serem “profetas alienados”, pois parecem esquecer que ainda vivemos neste mundo.

Existiria, portanto, uma consciência apropriada a respeito do céu? Para o escritor aos Hebreus, existe essa consciência celestial apropriada, cuja virtude é a mesma que levou Abraão a viver pela fé e em obediência a Deus, mesmo tendo que viver como nômade numa terra estranha, “porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11.10).

Em outras palavras, a agenda de vida de Abraão aqui na terra era pautada pelo foco que tinha do céu, exatamente pelo que esperava encontrar lá.
Essa consciência levou o escritor cristão C. S. Lewis a escrever: “Se você estudar história, verá que os cristãos que fizeram mais pelo mundo presente foram justamente aqueles que mais pensaram no mundo futuro. Os próprios apóstolos, assim como os grandes homens que construíram a Idade Média, os ingleses evangélicos que aboliram a escravatura, todos deixaram suas marcas na terra, precisamente porque suas mentes estavam ocupadas com o céu. E foi desde que os cristãos deixaram de pensar no outro mundo que se tornaram tão ineficientes em fazer isso. Tenha o céu como objetivo e você terá uma terra engrenada”.

Foi essa a orientação de Jesus, quando disse que não devemos estar focados em ajuntar tesouros na terra, “onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam”. Antes, devemos estar focados no céu, o lugar onde devemos ajuntar os nossos tesouros. Qual a razão disso? Jesus explicou: “Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mt 6.19-21).
O foco deve estar no céu, mas as ações devem ser feitas aqui na terra. Do contrário, seria alienação. A pessoa ajunta tesouros no céu quando as suas ações são resultado da obediência a Deus pela fé aqui na terra.

Uma ação que resultará em grandes tesouros no céu é a nossa obediência à Grande Comissão, que Jesus ordenou: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15).
O famoso pregador inglês do Século XIX, Charles H. Spurgeon, escreveu: “Uma razão porque alguns santos sentirão o céu mais completamente do que outros é que eles fizeram mais pelo céu do que outros. Pela graça de Deus, eles foram capacitados a levarem mais almas para lá”.
Cada um de nós deve pensar nisto: quantos estarão no céu por minha causa?

O apóstolo Paulo antevia a alegria no céu de ver pessoas que estariam lá como resultado de seu ministério. Ele escreveu: “Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria!” (1 Ts 2.19).

Todo o bem que fizermos em nome do Senhor resultará em tesouros ajuntados no céu. Mas o maior bem de todos é levar outras pessoas ao conhecimento de Jesus como Senhor e Salvador. Essa é a melhor forma de se acumular tesouros no céu.

Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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domingo, 11 de maio de 2008

Querida Neguinha

A querida “Neguinha”, minha mãe, nasceu em 1935, em Rio Branco, no Acre, onde também encontrou e casou com o papai, em 20 de setembro de 1952. Fruto desse amor, que durou 56 anos, nasceram os sete filhos: Samuelzinho (in memoriam), Eliúde, Samuel, Jonatas, Silas, Dan e Eliabe; e mais16 netos e 02 bisnetos. Pela primeira vez celebramos o Dia das Mães querendo a neguinha aqui, mas ela já está no Céu.
Para meus leitores que não sabem, Terezinha Duarte Câmara era o seu nome e seu coração era plenamente materno, eternamente missionário. Seus pés andaram por estradas com lama à altura dos joelhos e, por vezes, fugindo dos espinhos, levando alimento material e espiritual aos acreanos. Hoje seus pés caminham por jardins celestiais, conforme ela mesma falou à minha mana Eliabe, pouco antes de ser recebida no Céu: “Coloca sandálias bem grandes nos meus pés para eu andar sobre essa imensidão de flores sem machucá-las”.
Em 1978, quando meu pai Severo foi acometido de um aneurisma cerebral gravíssimo, mamãe movida por sua fé em Deus e por amor ao esposo, orou: “Senhor, se de todo curares o meu esposo eu dedicarei a vida de meus filhos para a tua obra”. O Senhor aceitou o voto, restabeleceu a saúde de papai e eu, ainda adolescente, fui o primeiro – seguido pelo Jonatas e pelos demais irmãos – a dedicar-me ao chamado de Deus. Enquanto chorava com saudade dos filhos, mamãe era confortada por papai: “Lembra que você entregou nossos filhos para a obra...”. Olha só o fundamento do que Deus esta fazendo através de seus filhos e filhas: na Igreja, na educação de crianças, nos meios de comunicação, na Câmara Federal e também na segurança do país.
Lembramos da “Neguinha” no sítio com o papai produzindo farinha de mandioca, goma, tapioca, pé-de-moleque, entre outros produtos regionais, para vender e tornar-se semeadora da Boas Novas. Para nós, só ela conseguia pegar uma garrafa de Fanta Uva e multiplicá-la por quatro outras, acrescentando-lhe apenas água e açúcar. Jamais esqueceremos o sabor do carinho com que fazia isto. A moela de galinha, que a senhora sempre escondia para um dos filhos, também não. E o que dizer da sopa de feijão regada com verdura, só superada pela sua farofa de jabá e pelo cuscuz! Hum! Ainda dá água na boca.
Hoje, papai, acompanhado por todos nós, filhos e filhas, netos e bisnetos, temos muitas saudades! Mutuamente nos confortamos com o seu exemplo de vida e somos consolados por Deus, “o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação” (2 Co 1.3).
Feliz Dia das Mães! Até mais, querida flor “Neguinha”. Nós nos veremos no Céu!
Cantamos no seu sepultamento e queremos repetir hoje, assim: “Mamãe, mamãe, mamãe, tu és a razão dos meus dias, todos cheios de amor e esperança. Ai, Ai, mamãe, eu cresci, meu caminho segui; volto a ti e me sinto criança. Mamãe, mamãe, mamãe, eu me lembro os chinelos nas mãos, avental todo sujo de ovo; se eu pudesse, queria outra vez, mamãe, começar tudo, tudo de novo... Mamãe!”
Feliz Dia das Mães a todos!


Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Ninguém me entende

Quando temos algum problema, ou sentimos solidão, ou enfrentamos algum sofrimento, algumas vezes temos a impressão que pode ser assim traduzida: “Ninguém entende como me sinto”. Nessas horas, não importam as palavras ditas para nos consolar, a sensação restante é que ninguém sabe o quanto estamos machucados por dentro, que ninguém conhece a causa da nossa dor ou como nos sentimos.
Quando esse sentimento de ser incompreendido está presente, o que no fundo ansiamos é que alguém, em algum lugar, nos compreenda perfeitamente. Anelamos encontrar uma pessoa que saiba exatamente como nos sentimos e que jamais venha a nos abandonar nos momentos difíceis que enfrentamos. Mas será que essa pessoa existe?
Existe alguém que possa entender o motivo de tamanha confusão nos relacionamentos interpessoais?
Existe alguém que possa compreender o que significa conviver com as muitas insatisfações, frustrações e pressões inerentes ao mercado de trabalho?
Existe alguém que entenda de rejeição, de dor e sofrimento?
A boa notícia é que essa pessoa existe. Seu nome é Jesus Cristo.
Jesus entende de relacionamentos. Ele nasceu e cresceu como qualquer um de nós e, portanto, sabia o que era ser bebê, criança, adolescente e adulto. Ele tinha uma família, e sabia o que era conviver com pai e mãe, irmãos e irmãs. Sabia o que era ter amigos íntimos, entre os quais Pedro Tiago e João; e também Marta, Maria e Lázaro. Teve, inclusive, de enfrentar a dor da traição de um “amigo”, Judas. Jesus sabia o que era ter inimigos também.
Jesus entende de pressões no trabalho. A profissão na qual Jesus passou a maior parte de sua vida não foi de mestre ou pregador, e sim de carpinteiro. Jesus passou mais tempo na carpintaria que no templo. Naquela época, o carpinteiro era um verdadeiro construtor, o que exigia talento e qualificação especializada. Jesus sofreu na pele o cansaço estafante de um dia inteiro de trabalho e sabia o que era ter calos nas mãos. Ele conhecia a frustração provocada pelo mau tempo, pelas ferramentas quebradas, pelo não pagamento de serviços prestados. Jesus também teve de lutar contra a monotonia e o tédio de ter que executar serviços repetitivos.
Jesus entende de sofrimento. Isaías predisse que Jesus seria “desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53.3). Logo no início de Seu ministério público, Jesus experimentou desprezo. “Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?” – indagavam zombeteiramente alguns. “Não é esse o carpinteiro?” – perguntavam desprezivelmente outros. Afinal, achavam que o Messias jamais viria de uma família de trabalhadores nem de uma cidade insignificante.
Jesus também enfrentou rejeição. As autoridades o rejeitaram e o perseguiram. Até mesmo seus irmãos não acreditavam nele. Judas o vendeu pelo preço de um escravo e os outros discípulos o abandonaram no momento de maior necessidade.
Jesus sofreu uma enorme dor física. Foi esmurrado, esbofeteado, açoitado, torturado e lhe puseram uma coroa de espinhos. Foi pregado na cruz. Derramou o seu sangue inocente, morreu pelos nossos pecados. Pelo que aconteceu em toda a Sua história, Jesus “sabe o que é padecer”.
Desse modo, se você acha que ninguém sabe pelo que está passando, que ninguém se importa, que ninguém entende a sua dor, então saiba que Jesus entende.
Se você se sente incompreendido no trabalho, se sente tédio e frustração, Jesus entende você. Ele sabe o que significa conviver com as muitas insatisfações que acompanham a labuta diária.
Se você pensava: “Ninguém me entende”, a partir de agora diga: “Ninguém me entende como Jesus”.

Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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O time vencedor dos construtores

Neemias tinha diante de si uma grande tarefa: restaurar o muro ao redor da cidade de Jerusalém. Disso dependia a vida e a segurança do povo. Além disso, era preciso restaurar o símbolo de unidade nacional representado pela cidade eterna. Quando o povo de Israel voltasse do exílio, Jerusalém seria não somente um memorial de unidade, mas também o “espelho” para as outras cidades que precisariam igualmente ser reerguidas.
Era uma grande missão aquela e, a julgar por isso, merecia o apoio de todo o povo. Mas tal não aconteceu. Os críticos de plantão, com suas línguas afiadas, estavam lá endereçando impropérios de toda monta contra o servo de Deus. Eles achavam defeitos em tudo e tagarelavam insistentemente que até mesmo uma raposa derribaria o muro que Neemias estava construindo.
Parte do que os críticos haviam dito era verdade. O muro era todo entulho imprestável. O fogo havia queimado as pedras, fazendo-as racharem e virarem pó. (Ne 4.2-3). Mas uma coisa é certa: se Neemias tivesse dado ouvidos àqueles que o criticavam, o muro ao redor de Jerusalém nunca teria sido reconstruído.
Os críticos falaram muito e não fizeram absolutamente nada para ajudar. Esta é uma característica dos críticos de plantão. Embora tenham uma grande elocução, têm deficiência de ação, fazem poucas coisas construtivas. Estão mais interessados em tentar aparecer, depreciando as outras pessoas que tentam fazer alguma coisa de útil e proveitosa.
O que aconteceu com Neemias obviamente não é um fato isolado na história. Aconteceu antes e continua a acontecer depois dele. Ainda hoje, há milhares de pessoas que estão sofrendo críticas injustas, embora estejam empenhadas em realizar obras importantes que merecem, antes de tudo, apoio e respeito.
Depois de ser duramente criticado por causa de seu programa de governo, que acabou mostrando-se eficiente e proveitoso, Theodore Roosevelt declarou: “Não é o crítico que conta, nem a pessoa que aponta onde o outro tropeçou ou onde o executor de uma tarefa poderia ter feito melhor. O crédito pertence à pessoa que entrou de verdade na arena, cuja face foi marcada por suor, sangue e pó (...) e esta, se falhar, pelo menos terá falhado lutando bravamente, assim, seu lugar nunca será ocupado por aquelas almas frias e tímidas, que não conhecem a vitória nem a derrota”.
O problema com os críticos demolidores é que, para serem ouvidos, precisam criar um pedestal imaginário de importância que realmente não têm. É como a parábola da sementinha que, lançada ao solo, começou a germinar. Ela ficava se perguntar com qual das flores queria se assemelhar, e depois as depreciava. Depois de criticar todas as flores, a pequena sementinha despertou certa manhã e descobriu que era apenas uma erva daninha.
Sabemos que uma boa cura para o espírito crítico é um olhar honesto para si mesmo, não para os outros. Pois, ao julgarem os outros, a si mesmos se condenam (Rm 2.1).
Onde você se encaixa nesse quadro? Você tem sido “apedrejado” por críticos injustos, enquanto está empenhado numa grande causa? Se for assim, prossiga, e Deus recompensará os seus esforços.
Ou você é daqueles que tem tendência a criticar os outros? Então é hora de abandonar a equipe perdedora dos demolidores e juntar-se ao time vencedor dos construtores.

Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
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